domingo, 17 de abril de 2011

O Pacto

PACTO parte.1

Chamo-me Steve Housterford, e faço parte do PACTO.
Há dez anos eu e dois amigos, John e Rurly fizemos um dos pactos mais sagrados e importantes de toda a terra Grehá, o pacto de sangue.
Hoje temos dezessete anos cada um e continuamos juntos com nossos poderes adquiridos com o tempo, eu posso ver, falar e pegar em espíritos, sou um mediador, John tem poderes físicos, pode ter força o quanto quiser, fica indestrutível ao mesmo tempo e Rurly controla os elementos. Você agora deve estar se perguntando sim e o que é a terra Grehá, é um lugar onde todos têm algo sobrenatural e convivem com isso normalmente e sim tem aqueles que podem usar esses dons para o mal, mas a maioria usa para o bem ou até mesmo não usa.
A terra Grehá é uma das quatro dimensões que existem no universo que são: Terra, Hurti, Faljens e Grehá. As dimensões possuem um acordo nenhuma criatura de outra dimensão pode fazer o mal a dimensão que não seja a sua.
Voltando ao assunto do Pacto, eu e meus amigos até hoje vivemos juntos nunca nos separamos moramos na mesma casa, mas cada um tem suas respectivas casas. Vivemos no centro de Town C. uma grande cidade da terra Grehá, o lugar onde existem as faculdades e escolas, o centro jovem da dimensão, onde ocorrem as festas e onde estudamos. Hoje começara uma jornada inevitável e eu nem imaginava isso.
Acordo às duas da manhã com o Rurly me ligando, ele e o John tinham saído para curtir e eu fiquei para descansar mais um pouco. Atendo o telefone um pouco irritado.
- Fala Rurly, você não sabe que eu fiquei em casa porque queria descansar. - falei com tom de ignorância.
- Steve, você precisa me encontrar agora no centro, agora! - ele falou em um tom desesperado e aflito.
Corri para pôr uma roupa, pois o Rurly não era sempre assim e para isso acontecer algo muito sério teria que estar acontecendo. Ao pegar as chaves do carro senti um leve tremor me subindo o corpo e olhei para o lado não havia nada, eu sabia o que aquilo significava, mas não podia dar atenção a uma coisa tão normal.
Cheguei rapidamente ao centro, o lugar em que nos encontrávamos para treinar nossos poderes e para debater assuntos muito sérios, quando entrei Rurly estava sentado ao canto me esperando com um olhar aflito, eu sabia que coisa boa não vinha.
- O que aconteceu Rurly?
- Foi o John - seu olhar estava ficando mais preocupado do que nunca.
- O que ele fez? Algo aconteceu? - perguntei começando a absorver a sua aflição.
- Ele se entregou aos desejos de uma VAMPIRA! - essa palavra ele falou com a voz tremida e quase sussurrando.
- Não, ele tem consciência e sabe que são criaturas totalmente ordinárias.
- Ela o seduziu e o levou com ela, eu não pude fazer nada para impedi-lo, pois não tenho toda aquela força. - ele falou com lágrimas lhe vindo aos olhos.
- Me conte tudo sobre ela...
Após alguns minutos Rurly acabou de contar sua descrição, ela era realmente bonita para uma sugadora de sangue, deduzi pelo que ele tinha me contado, depois disso voltamos para casa e tentamos falar com o John ele não atendia o seu telefone e começamos a ficar aflitos, pois além de tudo ele era nosso amigo e queríamos saber o que tinha acontecido a ele. Algumas horas depois a tranca da porta faz um pequeno ruído e olhamos direto para sua direção, quando a porta se abre, eis que suje JOHN.

PACTO parte.2

John estava normalmente feliz e seu sorriso estava estampado na cara, ele nos olhou com um olhar zombeteiro e logo falou:
- O que aconteceu com você Rurly? Foi embora e nem me avisou, eu fiquei lá te procurando. - ele falou olhando nos olhos do Rurly.
- Eu corri para o centro para falar com o Steve sobre você e a... - ele parou rapidamente.
- A cara você falou a ele?! - seu olhar estava mostrando fúria.
- Você queria o que John? Que ele não me falasse que você estava prestes a acabar com nossas vidas? Você sabe muito bem que tudo pode nos arruinar por causa do pacto. - falei demonstrando toda minha fúria.
- Maldito PACTO! - ele falou e saiu rapidamente da sala indo para seu quarto.
- Nós precisávamos fazer isso amanhã falaremos com ele e ele vai ver que estava errado Rurly. - falei com certa paciência.
- Eu sei Steve, mas ele ficou muito enfurecido, cheguei há ficar um pouco apreensivo em saber se ele ainda era normal e não um vampiro. - ele falou com um olhar de duvida.
- Ele não faria isso, vamos dormir que precisamos descansar. - falei isso me levantando e indo em direção ao meu quarto.
- Steve! - chamou-me Rurly.
- Sim? - respondi virando-me.
- Obrigado, você é realmente um irmão! - ele falou isso apertando a minha mão.
- Nós temos um pacto ou você se esqueceu? - sorrisos brotaram em ambos os rostos.
No meu quarto eu pensei sobre tudo que tinha acontecido naquele dia e vi que tudo estava indo a ruínas, mesmo que o John não estivesse apaixonado ele estaria enfeitiçado pela vampira ela já tinha jogado o seu veneno na mente dele e faltava pouco para transformá-lo em um ser como ela sombrio e sem alma. Algo entrou em meu quarto, mas nada se moveu, olhei para todos os lados e vi uma linda mulher sentada na poltrona no canto do quarto, seu rosto era pálido assim como o resto de seu corpo, os olhos verdes, expressava uma necessidade imensa de algo que não conseguia decifrar, seus cabelos ruivos lhe desciam até um pouco abaixo dos ombros, vestia um longo vestido branco, logo vi que aquela imagem só podia significar uma coisa, uma FANTASMA veio me procurar. 

PACTO parte.3

Ela para um fantasma era realmente linda, quando a vi me levantei rapidamente, o que era para ser uma cena normal não foi, passou a ser uma cena constrangedora, eu estava apenas de cueca e ela me olhava fixamente. Eu rapidamente me levantei para botar um short, mas ela se levantou rapidamente e me jogou na cama, achei aquela cena bem quente, mas me acalmei, pois ela logo falou:
- Eu sei o que pode ajudar vocês para conseguir se livrar da vampira. - eu fiquei realmente assustado com aquilo.
- Então você sabe o que vai fazer o John se afastar da vampira? - perguntei com certa esperança.
- Não. - perdi todas as esperanças naquele momento.
- Então porque você veio me procurar? - perguntei com um pouco de fúria.
- Eu sei algo que pode ajudar na destruição do clã dos vampiros e só você pode fazer isso.
- Porque você não para de falar coisas paralelas como só eu posso fazer e fala logo tudo? - falei me apressando.
- Todos os vampiros são criaturas mortas que não possuem alma e como todo vampiro essa vampira não possui alma e sua alma fica vagando ao lado do corpo, pois acha que assim pode fazer com que o corpo pare de fazer o mal.
- Então você quer dizer que a alma da vampira ainda vaga ao lado do corpo tentando o proteger? - perguntei abismado.
- Sim isso mesmo, e também quero te dizer que se você matar novamente o corpo com um pequeno empurrão de um exorcista você consegue dar a vida novamente ao corpo da vampira trazendo a alma de volta ao corpo, com isso ela te dará todas as informações que sabe sobre o clã dando assim a oportunidade que você precisa. - ela me deixou literalmente de queixo caído com todo aquele plano.
- E agora eu te pergunto por que você bolou tudo isso para me ajudar? - estava realmente intrigado.
- Pois a vampira é minha IRMÃ.

PACTO parte.4

Aquilo realmente me deixou chocado, ela então veio me procurar para resolver seu problema tendo assim resolvendo o meu, essa fantasma era realmente inteligente.
- Então você está me dizendo que fez tudo isso para salvar sua irmã? - perguntei apenas por perguntar.
- Sim, quando ela se transformou eu jurei protege-la. - lágrimas desciam pelo rosto da fantasma, além de ser um momento triste era ao mesmo tempo lindo de se vê pois eram lágrimas com um brilho único.
- Porque você não se acalma e me conta sua historia? - falei isso sem pensar que estava consolando uma fantasma que nem sabia o nome e continuava de cueca.
- Sim, sim - ela me contaria toda a sua historia assim poderia ser mais fácil de ajuda-la - Eu e Tifanny, no caso a vampira, éramos irmãs com apenas dois anos de diferença sendo eu a mais velha, mas não parecia nem um pouco, eu e Tifanny não guardávamos segredos uma da outra, sendo assim sabíamos tudo uma da vida da outra, até ela conhecer um homem chamado Thomas que começou a levar para o lado bandido da vida, como morávamos na dimensão Terra sabíamos que não existiam coisas malignas por lá, mas estávamos enganadas, o tal do Thomas preparou uma emboscada para eu e minha irmã nos seqüestrando e nos trazendo para a dimensão Grehá, como eu sabia que criaturas sobrenaturais habitavam essa dimensão logo percebi que ele era uma dessas criaturas, ele nos levou para uma grande mansão onde nos prendeu em quartos separados, eu fiquei mais aflita do que já estava pois Tifanny corria perigo e então decidi tentar sair do quarto para encontra Tifanny e sairmos dali mas não foi tão fácil quanto eu imaginava, o tal do Thomas estava me esperando do lado de fora da porta com Tifanny ao seu lado os dois com sorrisos diabólicos no rosto, então ele me perguntou : "Porque não fica conosco belezinha?"; eu retrocedi todo o meu avanço e corri para a janela nisso vi que Tifanny e Thomas me olhavam com os dentes a amostra, os seus caninos eram espessos e pontudos logo cheguei a conclusão que eles eram vampiros, por que aquilo tinha acontecido logo com minha irmã, não pensei duas vezes e me atirei contra a janela caindo de cinco andares a queda foi rápida e indolor não senti o impacto contra o chão e assim que vim parar aqui e estou falando com você agora. - ela parou repentinamente me olhando nos olhos.
- Então você morreu tentando se salvar? - perguntei
- Sim, e acabei antecipando o que ia me acontecer.
- Tenho uma pergunta.
- Faça.
- Qual o seu nome?
- Meu nome é Diana.
- Acho que agora é minha vez de contar minha historia, você deve saber o que passei para confiar totalmente em mim e saber que trarei sua irmã de volta e salvarei o John. - falei firme.
- Me conte sobre o PACTO.
 

PACTO parte.5

- Tudo começou quando nossas familias se conheceram, viraram grandes amigas, eram as familias mais influentes de toda a terra Grehá, invejadas e todos queriam fazer parte mas nem todos conseguiram, eu o John e o Rurly éramos membros legítimos e fomos criados praticamente juntos formando assim uma grande amizade cuidado um do outro como irmãos, até que um dia um clã de vampiros que queriam todo o dinheiro e os bens das nossas familias invadiram a grande mansão de verão no leste das praias de Grehá, lá estava tendo uma grande confraternização e todos os membros de todas as familias estavam lá, nessa invasão houve uma grande batalha entre os vampiros e nossos familiares até que todos morreram e os vampiros conseguiram ficar com a casa, nos conseguimos fugir graças a nossa Babá a Kin ela nos levou para sua casa e cuidou de nós como uma mãe nos fazendo unir mais ainda.Num dia em que estávamos na nossa casa da árvore o Rurly sugeriu um pacto de sangue onde nós jurássemos que sempre ficaríamos juntos e quando completássemos dezoito destruiríamos o clã que destruiu nossas familias com uma grande batalha usando nossos poderes que ainda viriam de acordo com nossas gerações.Quando juntamos nossos sangues todos sentimos um leve tremor e um leve aroma de queimado subiu no ar e logo os pequenos cortes que fizemos nos nossos dedos se fechou, a partir daquele momento estávamos ligados por sangue e nunca podíamos quebrar o pacto ou algo muito pior aconteceria. Crescemos e com isso fomos adquirindo responsabilidades e fazendo regras que se encaixassem com o pacto que fizemos, como nunca se envolver com um membro daquela espécie, e hoje o John se envolveu com uma vampira até onde sabemos e nós temos que ajuda-lo. - parei e ela me olhou nos olhos.
- Eu não sabia que seus motivos eram tão pesados.
- Pois agora sabe e nós temos um compromisso um com o outro. - falei convicto.
- É nós temos.
Naquele momento ela tirou dois finos anéis de ouro de uma fita que amarrava seu vestido, um ela botou no meu dedo e o outro ela botou em seu dedo.
- O que isso significa? - perguntei intrigado.
- Que nos temos uma ALIANÇA.
 

PACTO parte.6

- Agora você me diz o que é uma aliança. - disse eu com um olhar duro.
- Não chega nem perto do pacto de sangue é apenas uma forma de demonstrar o favor que você está fazendo a mim e ajudando a você mesmo.- ela falou abrindo um leve sorriso - Agora tenho que ir não tenho todo tempo, amanhã quem sabe nos falamos.
- Adeus. - disse eu despedindo-me
- Adeus.

Acordei com a luz do sol em meu rosto e um leve sussurrar de água vindo do lago, eram nove da manhã o Rurly já devia estar acordado.Desci e vi Rurly e John na cozinha preparando o café.
- Bom dia. - disse eu olhando para John.
- Bom dia ! - responderam os dois em uníssono.
- John eu não queria mas tocar no assunto mas o que você fez com a vampira que encontrou ontem? - perguntei intrigado.
- Nós não fizemos nada além de conversar Steve, não se preocupe. - ele falou rapidamente.
- Não me preocupar, você fala como se não fosse nada, nosso pacto você se esqueceu ou não quer nem saber dele. - falei me irritando - Ah cara ! Se toca você sabe que foram eles que acabaram com nossas familias.
- Ela é legal cara, eu não vou ficar preso a uma promessa de criança por vingança, eu vou curtir minha vida. - ele falou gritando.
- Então curta e acabe com nossas vidas. - falei isso e ele saiu rapidamente da cozinha subindo para o quarto.
- Ele precisava escutar isso Steve. - Rurly me acalmou.
- Eu sei.
- Rurly tenho que te contar uma coisa que pode e muito nos ajudar, ou até ser a solução para nossos problemas.
- Vamos para a sala e você me fala. - quando estávamos a caminho da sala John desce da escada em direção a porta com uma roupa para sair preta, abre a porta e pega seu carro, seu destino, não sabemos talvez a morte.
Comecei a falar tudo o que tinha acontecido na noite passada e falei sobre Diana, após alguns minutos eu lhe mostrei o anel e ele teve certeza de que tudo era verdade.
- Temos que procurar logo essa vampira e um bom exorcista. - ele falou com toda a certeza.
- Eu sei mas antes temos que entrar em contato com o espírito da vampira e isso não vai ser fácil.
- Eu sei.

PACTO parte.7

Eu teria que fazer uma invocação e conversar com o espírito da Tifanny, isso seria difícil para mim pois estava começando nisso de ajudar os fantasmas praticamente agora, eu queria pedir a ajuda do Rurly mas não podia pois eu sabia que o ritual não funcionaria com um domador ali, eu teria uma noite para conseguir fazer minha missão com êxito, mas isso seria mais difícil do que o imaginado.

Era meia-noite e tudo estava pronto seria no centro onde tinha o espaço apropriado para tal tipo de acontecimento, eu estava lá com todo o material, como a vela onde prenderia a fantasma dentro do pentagrama e ao apagar de uma vela que seja ela seria livre.

Tudo estava realmente arrumado o pentagrama estava no centro do salão e eu estava preparado para invocar o espírito de Tifanny, comecei fechando todas as janelas e ligando as velas, após isso me sentei numa pequena cadeira e comecei a rastreá-la, ela estava ao lado de uma garota com a mesma aparência era ela a vampira, o espírito da Tifanny estava com os olhos vidrados na vampira e eu a chamei.
- Tifanny. - chamei devagar.
Ela se virou e me viu parado a uma certa distancia, estendi minha mão e ela a tocou.
- Venha. - falei.
- Quem é você? - ela perguntou curiosa.
- Sou sua salvação. - afirmei.
Ao tocar minha mão rapidamente voltamos ao salão do centro onde tudo acontecia, ela agora estava dentro do pentagrama e estava calma.
- O que você quer fazer comigo? - ela perguntou aturdida.
- Eu quero te propor algo . - falei firme.
- Proponha, estou toda a ouvidos.
- Quero te propor um acordo - falei olhando em seus olhos - você aceita voltar a vida dentro do seu corpo e me dá todas as informações que a mente vampira sabe.
- Você quer dizer que vai me fazer entrar e controlar meu corpo novamente? - perguntou com uma certa esperança.
- Sim, mas você terá que me informar tudo que a mente vampira sabe sobre o clã a que possui.
- Eu quero saber como isso ocorrerá.
- Mataremos a vampira por um certo tempo o tempo necessário para que fique inconsciente e verdadeiramente morta, neste tempo em que ela se cura e volta a acordar nós encarnaremos você no corpo e ela vivera com você controlando-a.
- Eu estou com um pouco de medo do que pode acontecer, mas eu ACEITO.
 

PACTO parte.8

Tifanny tinha aceitado o acordo e agora eu me despedia dela formalmente.
- Agora deixarei você ir, mas a qualquer chamado meu venha ao meu encontro imediatamente.
- Sim virei.
- Até mais.
- Até.
Ela se foi deixando as velas apagadas e o pentagrama um pouco borrado, agora teria que procurar um bom exorcista e iria ser difícil convence-lo a tal trabalho principalmente com uma vampira.

Arrumei tudo no centro e fui para casa, era tarde da madrugada mas luzes se viam acesas na cidade, eu queria chegar e contar tudo para o Rurly se é que ele ainda estaria acordado.Cheguei em casa e estava tudo escuro, se via ao longe no centro que ficava na sala um bilhete, que dizia:
Steve,
não aguentei o cansaço e fui para a cama se algo muito sério aconteceu me acorde se deu tudo certo conversaremos amanhã, o John ainda não apareceu nem deu noticias estou preocupado temos que adiantar o trabalho, conheço um exorcista profissional que pode nos ajudar, eu acho.

BOA NOITE, Rurly!

O bilhete foi que acendeu minhas esperanças no sentido exorcista mas algo me dizia que teríamos muito o que enfrentar para conseguir esse feito.Subi para o quarto após lê o bilhete, lá estava como deixei na noite passada, tudo virado de cabeça para baixo, me despi e fui dormir, eu não aparentava mas toda aquela conversa tinha me deixado cansado e além disso eu ainda tinha que invocar o espírito da Tifanny.Fiquei acordado por um bom tempo esperando que algo acontecesse e eu conseguisse dormir, mas nada aconteceu e fiquei acordado por mas que o cansaço estivesse em mim eu não conseguia pregar o olho, estava esperando algo ou melhor dizendo alguém.Pensei em seu rosto e dormir, Diana tomou conta de meus sonhos como minha amante e grande paixão, de repente algo começa a acontecer e aquela imagem que tenho de nós dois se desfaz e no lugar aparecem vampiros e Diana no meio deles sendo morta eu não podia fazer nada pois era um deles e John estava ao meu lado, Rurly estava ao chão com o pescoço estraçalhado e o sangue escorrendo formando uma poça ao seu redor, e Diana aos gritos sendo mordida por muitos vampiros de uma unica vez.
Acordei desesperado e gritei seu nome DIANA.

PACTO parte.9

Manhã, olhei de soslaio para a janela e vi um pequeno feixe de luz entrar, era o dia da caça e eu precisava estar pronto.

Rurly me esperava na cozinha.
- Bom dia. - falou com um tom preocupado.
- Bom dia, o John apareceu?
- Não, nem ligou.
- Então teremos que correr para salva-lo.
- Sim.
- Onde podemos encontrar o exorcista? - perguntei calmamente.
- Na floresta Hurgbi.
- Então vamos nos arrumar que precisamos ir.
- Sim, vou subir e me arrumar. - Rurly saiu pulando a escada com suas longas pernas, foi em direção ao seu quarto e fechou a porta.

Mais uma vez sozinho, esperava aflito que Diana aparecesse e pudéssemos conversar, mas isso não aconteceu, não podia perder tempo corri para meu quarto para me trocar, precisamos convencer o exorcista a fazer esse difícil e arriscado trabalho.

Rurly deu o ultimo giro na chave trancando a porta. Nossa unica missão era conseguir o exorcista a conseqüência de um não morte. Estávamos a caminho da floresta quando Rurly falou de um assunto intocável.
- Porque você realmente aceitou a proposta da fantasma sabendo que seria tão difícil.
- Eu precisava.
- Não você sabe o risco que corremos não queria nos prejudicar mais ainda. - ele falou olhando-me nos olhos - Você sentiu algo pela fantasma não sentiu?
Eu não poderia mentir que sim a Diana me pegou de um modo inusitado, eu realmente estava apaixonado, mas ela era uma fantasma, mesmo que eu possa vê-la e toca-la isso era estranho.
- Vou te confessar Rurly, eu estou apaixonado pela Diana, mas ela é uma fantasma e isso não poderia dar certo.
- Porque não, se ela estiver como você esta, porque não? Você é o único que pode vê-la isso é uma boa coisa.As pessoas que precisão estar de acordo são você e ela.
- Eu sei e se eu estiver plantando uma semente no lugar errado?
- O que custa arriscar Steve, cara você é bonito, não falta mulher te querendo.
- Ok, ok Rurly depois nós conversamos sobre isso agora temos que nos concentrar.
- Isso mesmo.
Nossa conversa acabou nisso nem um nem o outro, mas agora estávamos focados em outro assunto na busca pelo exorcista.

Chegamos a um casebre onde se via uma cadeira de balanço do lado de fora e todas as janelas fechadas, sabíamos que ele não estaria em casa, então fomos procurar. Rurly nesses anos conseguiu melhorar seus poderes, conseguindo assim localizar alguém pelo som que fazia ao pisar na terra, ele logo achou o cara e nos botou para correr em uma certa direção.Ao vermos o exorcista corremos em sua direção mas isso não foi o suficiente, aquilo que era para ser uma simples conversa se tornou uma perseguição, de um lado perseguindo estávamos eu e o Rurly e do outro o suposto exorcista, Rurly não teve muita paciência para ficar correndo, logo fez uma onde da ar fazendo com que o exorcista caísse e não tivesse forças para levantar com a corrente de ar a lhe pressionar o corpo.O alcançamos ele era um homem de trinta a quarenta anos com a barba mal feita e o rosto moreno, seus olhos negros expressavam fúria, Rurly o soltou e ele desistiu de resistir.
- O que vocês querem ? - Perguntou sem fôlego.
- Queremos que você faça um pequeno serviço. - falei.
- De que tipo? - ele estava ficando interessado.
- Uma encarnação. - Rurly foi mais rápido do que eu para responder.
- De que tipo de criatura?
- Uma vampira. - falamos em uníssono.
- Vocês são loucos, matar uma vampira para fazer uma encarnação?Nunca que vou me meter com aquelas criaturas, são ordinários e matadores. - ele falou irritado.
- Então isso é um não? - perguntou Rurly.
- Isso é um saiam daqui e nunca mais voltem NUNCA.

PACTO parte.10

Agora tudo estava perdido, não tínhamos conseguido uma das peças principais e tínhamos que ser rápidos pois John sumiu e sabíamos onde ele estava.
- Steve - chamou-me Rurly quando estávamos dentro do carro. - Você é o único que pode nos salvar, você é um mediador.
- Você quer dizer que posso fazer uma encarnação?
- Sim, apenas precisa estudar.
- Você esta ficando louco ? Acha que com um pouco de estudo tudo vai acontecer bem?
- Cara, você sempre foi o mais inteligente do trio eu se que pode fazer isso e você tem o dom de mediador.
- Você pode ter razão Rurly, mas eu fico apreensivo quanto a isso.
- Não fique apenas tente sei que você pode irmão.
- Vamos tentar.

Quando chegamos a biblioteca Rurly se despediu de mim rapidamente e se foi com o carro, eu entrei e fui pedir informação para a bibliotecária que me conhecia ela me informou que os livros de exorcização ficavam ao fundo com os livros antigos, lhe agradeci e fui em busca da salvação.
Os livros eram realmente velhos mais todos tinhas técnicas muito boas, além de aprender sobre encarnação outros temas me chamaram a atenção com o verdadeiro exorcismo e outros.Eu precisava de no mínimo três dias para aprender realmente tudo eu além de ser mediador era super dotado, aprendia tudo rapidamente.

Três dias tinham se passado e eu tinha aprendido tudo sobre encarnação e tudo o mais, agora precisava por em pratica.A casa estava silenciosa a não ser pela TV ligada com o Rurly jogando seu videogame.
- Estou pronto Rurly.
- Sabia que você podia!
- Vamos temos que nos apressar e pegar logo a vampira.
- VAMOS.
 

PACTO parte.11

Era noite e estávamos esperando a hora certa, ela ficava na boate "noite eterna" que era a mais freqüentada por não - vampiros, um lugar perfeito para caçar, mas essa noite seria diferente ela seria a caça.Nosso plano estava baseado em chamar sua atenção e cravar uma estaca no peito coisa que não seria fácil, Rurly a chamaria e tentaria imobiliza-la enquanto eu iria e a "matava".
Saímos do carro e vimos que ela estava sozinha, esperava alguém e sabíamos quem era o John, teríamos que ser rápidos pois com o John não queríamos nos dar.Rurly se aproximou dela e começou a conversar algo sedutor em quanto eu esperava do outro lado da calçada.Eles foram para trás da boate onde tinha um pequeno beco e eu os segui, ele começou com um papo aberto até começar a ficar sombrio e lhe dar um murro ela pulou em cima dele e arreganhou os dentes, ele nem um pouco assustado movimentou o ar atirando-a longe, ela se levantou e correu em sua direção com apenas um objetivo morde-lo, não seria fácil pois Rurly sabia lutar muito bem até, eles começaram a lutar corpo a corpo, com murros no rosto e chutes nas costelas, ela estava muito rápida e ele começando a ficar cansado, ela deu um murro que jogou longe e ele rapidamente a prendeu no chão com uma raiz que aparecera do nada, lhe jogando uma bola de fogo ele se levantou e correu em sua direção com as mão em chamas, ele sabia que não podia mata-la, os vampiros tinham muito medo do fogo e corriam de tudo o que o derivasse, ela usou toda sua força para sair daquela raiz e conseguiu correu em direção a abertura do beco e eu a esperava com a estaca, escutava seus passos ao longe mais tudo parou qualquer som ou movimento, uma luz apareceu em minha frente e me falou "AGORA!!", como um robô obedeci e girei a estaca ao abrir meus olhos vi que estava cravada no peito da vampira e ela agonizava.
Rurly veio em minha direção para me ajudar a leva-la ao carro, fiz uma coisa mais fácil mandei ele pegar o carro e trazer ate ali. Quando entramos no carro ele me perguntou:
- Ela pode mesmo morrer?
- Não, vai ficar desacordada algumas horas até que o ferimento se feche depois dormira algumas horas e vamos fazer a encarnação quando acordar não vai mais ser uma vampira e sim uma mulher normal.
- Então vamos logo com isso pois temos que ser rápidos.
- Sim. - falei confirmando.

Não acreditei que consegui fazer aquilo, agora faltava uma coisa, a ENCARNAÇÃO
 

PACTO parte.12

Nós estávamos levando a vampira para o centro o lugar mais apropriado para esse evento, pusemos ela deitada num colchão antigo e tiramos a estaca, o ferimento começou a se fechar rapidamente eu teria que invocar Tifanny o mais rápido possível, logo comecei."Tifanny você está me ouvindo?", perguntei, "Tive como resposta estou com você."; abri os olhos e lá estava Tifanny olhando para seu corpo se curando.
- Rurly ela esta aqui.
- Então vamos começar tem que ser rápido.
- Sim vamos. - falei rapidamente.
- Tifanny - chamei. - você está preparada para isso.
- Sim tive como resposta.
- Vamos nos posicionar. - Peguei a mão de Tifanny e a botei em frente ao corpo deitado. - Fique aqui você pode no máximo sentir um puxão forte e não resista.
- Sim, não resistirei. - ela falou com lágrimas nos olhos.
- Então vamos começar.

O ritual começava com algumas palavras de magia e purificação logo senti um puxão no ar e vi o espírito de Tifanny entrando dentro do seu corpo ela chorava mas não se mexia, logo uma forte luz tinha saído de dentro do corpo e Tifanny não encontrava mais do lado de fora e sim dentro ela agora estava encarnada no seu corpo novamente. Não tinha acabado ainda, uma leve névoa cobriu o salão e o corpo de Tifanny começou a flutuar ela não se mexia e agora estava se acostumando ao corpo a névoa se foi e Tifanny despencou dos ares caindo direto no colchão.
Eu e Rurly corremos em sua direção e vemos uma leve movimento surgir do corpo e os olhos piscarem mesmo fechados, eu consegui e tudo deu certo.
Tifanny despertou e logo falou:
- Você conseguiu!
- Sim eu consegui.
- Agora me conte tudo que tem na mente sobre os VAMPIROS.
 

PACTO parte.13

Tifanny concordou e procurou em toda a mente de vampira, ela demorou um pouco, mas rapidamente me disse algo que podia ajudar.
- Eles habitam a mansão após a floresta de sangue, estão montando um exercito para acabar com a terra Grehá, vocês precisão impedi-los.Eles sabem sobre o pacto de vocês pois o John contou, estão tentando convence-lo a se tornar um deles, com isso quebrar o pacto e mataram vocês dois.
- Isso é tudo?
- É até onde posso ir.
- Então quer dizer que eles querem tomar conta da nossa dimensão? - perguntou Rurly.
- Sim, e também querem nos matar temos que nos preparar.
- De que modo vamos nos preparar ? - perguntou Rurly aflito.
- Temos que chamar ajuda, criaturas que odeiam os vampiros e que ainda querem o Grehá.
- Vocês tem que pensar bem e fazer a escolha certa, pois os vampiros são muitos e estão fortes. - falou Tifanny.
- Eu sei quem chamar. - disse Rurly.
- Quem? - perguntei.
- Os transmorfos.
- O que são? - perguntou Tifanny.
- São pessoas que podem se transformar em animais gigantes, fortes, rápidos e inteligentes. - falou Rurly.
- Mas como convenceremos eles a se unir a nós? - perguntei.
- Eles eram amigos das familias secretamente, podemos contar nossa historia e pedir ajuda com toda certeza eles vão aceitar, nunca deixam amigos na mão. - afirmou Rurly.
- Então esta tudo certo.
- Estou sentindo uma dor - falou Tifanny.
- Se acalme você passou por uma encarnação. - falei.
- Sim. - ela concordou.
- Vamos Rurly temos que nos preparar para encontrar os TRANSMORFOS.
 

PACTO parte.14

Quando nos preparávamos para sair e abrigávamos Tifanny, ela fez algo que nos surpreendeu, começou a falar sobre sangue e morte e ao levantar o rosto seus caninos estavam expostos e sangue escorria de sua boca devido ao crescimento dos dentes.Eu e Rurly sabíamos que tinha dado errado a encarnação e Tifanny agora teria realmente que morrer. Corremos para segura-la e isso não foi nada fácil, ela estava mais forte e mais ágil, suas mãos agarraram nossos pescoços e ela apertava com toda sua força, Rurly era o único que podia nos salvar, ele conseguiu tocar no braço de Tifanny o deixando em chamas que logo a fez nos largar e tentar se salvar batendo o braço no colchão que estava em pé.
- Steve, não temos muito tempo pegue a lenha da chaminé e prepare-a na cozinha agora ! - ele falou rapidamente.
- Sim. - corri o mais rápido que pude para não ser visto por Tifanny.
Consegui pegar a lenha, corri em direção a cozinha e pus um amontoado de lenha ao centro.
- Está tudo pronto Rurly ! - gritei assim que pus o ultimo taco de lenha.
- Agora terei que lutar Steve, se esconda ! - ele gritou e eu logo me abaixei no balcão que tinha vista para o salão.
Tifanny estava realmente enfurecida, correu na direção do Rurly e o jogou contra a parede, ele mudou a sua velocidade não tendo assim um impacto com a parede, se postou no chão e sussurrou uma ameaça.No mesmo instante as pedras da parede interna do centro começaram a tremer e foram arrancadas de seus lugares com uma velocidade incrível, uma pedra atingiu diretamente a cabeça de Tifanny fazendo-a cair no chão, assim que isso aconteceu todas as pedras voaram em sua direção e uma ficou ao lado de Rurly ela se quebrou formando uma estaca tosca, a fogueira de lenha que estavam no centro da cozinha logo pegou fogo e eu subi a cabeça para olha-lo ele olhava em minha direção, logo que me viu fez um sinal afirmativo com a cabeça, eu sabia o que fazer, peguei o álcool e joguei o recipiente com o conteúdo na fogueira fazendo-a inflamar mais alto e mais forte. Tifanny se levantou e saiu do meio das pedras.
- Adeus Tifanny, obrigado. - falou Rurly com um sorriso amigável e um tom sarcástico.
A estaca de pedra voou na direção do peito de Tifanny, sabíamos que aquilo não a mataria mais a deixaria em estado de sono, a estaca se cravou no peito de Tifanny e ela despencou no chão, corri para ajudar o Rurly a carrega-la, quando cheguei sangue escorria de varias feridas principalmente da estaca ela agora descansaria em paz nós sabíamos disso.

Jogamos Tifanny na fogueira e ela cremou-se em cinzas logo teríamos que arrumar aquela bagunça mas não seria agora.
- Ela se foi mas nos ajudou muito. - Falou Rurly abrindo a porta do centro.
- Eu sei, nossa missão agora é salvar o John e destruir os vampiros mas antes temos que buscar nossa ajuda. - falei sério.
- Vamos, tenho certeza de que a Tifanny agora está em PAZ.
- Eu sei Rurly, eu sei. - falei indo em direção ao carro.
 
 

PACTO parte.15

Nós sabíamos onde ficava refugio dos Transmorfos, mas não sabíamos que era tão bem vigiado, no caminho vimos lobos gigantes a espreita, nos olhando e nos seguindo, quando paramos o carro que descemos um grande lobo castanho veio em nossa direção, ficamos parados sem falar ou se mexer, até que Rurly falou.
- Nós estamos aqui para falar com o chefe sobre os vampiros.
Ao escutarem esse nome todos os lobos arreganharam os dentes e o Grande e castanho veio para perto de nós e farejou o ar, ele com toda certeza sentiu o cheiro de vampiro, por conta de Tifanny e nos atacou. Rurly começou a se defender e jogar lobos em todas as direções e eu comecei a ficar com medo meu único poder era a mediação e eu não tinha poder físico, o Grande lobo castanho e mais cinco ou seis andaram em minha direção até que fiquei nervoso e corri, eu fui um grande imbecil naquele momento pois os lobos que me cercavam corriam atrás de mim eu corri até que eles pularam e me jogaram no chão eu cai e pelo menos cinco lobos me cercaram o lobo castanho estava em cima de mim me apertando contra chão, Escutei a voz de Rurly chamar meu nome e fechei os olhos eu sentia agora uma perda de energia constante e a morte chegando para me pegar, não sentia mais nada.

Algo acorreu pois em alguns instantes eu reabri os olhos e o lobo continuava em cima de mim eu não sentia peso algum e sim uma força percorrer todo o meu corpo, virei levemente minha cabeça e vi que ao redor de minha pele estava uma aura azul brilhante, eu senti um surte de energia e atividade e logo me vi jogando o lobo castanho pelos ares, ele foi parar alguns metros a frente de Rurly que estava bastante longe, os lobos começaram a se juntar me deixando numa forma de circulo que se fechava a cada segundo eu não conseguiria explicar mas meus braços responderam sozinhos, pegaram dois lobos e os jogaram para longe faltavam apenas três lobos e eu fiz isso rapidamente consegui pegar a cabeça de um e por no chão, chutei um lobo que caiu aos meu pés, o ultimo correu eu o alcancei e agarrei o seu pescoço, enforcava-o com toda minha força eu estava sentindo os ossos diminuírem nos meus dedos quando toda aquela energia passa um uivo se escuta e o lobo que estava em minha mão se TRANSFORMA
 

PACTO parte.16

Tudo aconteceu muito rapido, o transmorfo que estava destransformado logo sumiu, pois seus companheiros o tiraram correndo e um gigante lobo ferrugem apareceu, bem maior que os outros ele tinha uma auréa de poder e liderança, seus olhos ardiam em raiva.
- O quê vocês querem? - falou em voz alta e clara.
- Ajuda! - respondi no reflexo e no espanto de ouvir a voz de um transmorfo.
- Primeiro vamos convesar, não posso arriscar meu clã assim. - falou se dirigindo a uma grande caverna.

Ao entrar na caverna um calor me inundou, era estranho como eles proporcionavam uma auréa acolhedora sobre você, o grande transmorfo se chamava Kollu, ele era o líder do clã e todas as suas decisões eram ordem. Nós contamos nossa historia e ele não falou nada até a parte que seu clã se envolvia.
- Eu não posso deixar meu clã entrar numa batalha que não é nossa. - brandou ele.
- Mas você tem que nos ajudar, por favor. - Rurly implorou.
- Não,não vou entrar numa guerra que não é minha, sinto a morte exalar dessa historia e não quero me envolver.
- Nós não vamos conseguir sozinhos Steve. - falou Rurly nervoso.
- Nós temos que conseguir, é pelo John. - Falei me levantando.
- Vocês não destruiram todo o clã vampiro sem ajuda, desistão. - Falou Kollu saindo da caverna.
- Nunca. - Falei decidido puxando o Rurly para irmos embora.

Nós agora estavamos sozinhos e sem ajuda o que o futuro nos resevarva eu não sabia, apenas que Diana APARECEU.

PACTO parte.17

Diana estava parada em minha frente, seus olhos cheios de lágrimas me olhavam com uma certa dureza.Eu me aproximei dela e a abraçei, o Rurly devia estar estranhando a cena pois para ele eu abraçava o nada, mais para mim não, eu sentia as lagrimas quantes de Diana em meu rosto e tudo ficava mas calmo quando eu arfava os seus cabelos ruivos. Ela parou de chorar quando eu a beijei na cabeça e disse que estava tudo bem. Rapidamente Diana se afasta e me olha novamente nos olhos.
- Eu sei o que aconteceu com a minha irmã, e quero agradecer.
- Não precisa agradecer ela agora esta livre. - falei tocando seu braço.
- Eu sei, mas não posso encontra-la.
- Por que?
- Pois eu não acabei tudo que tinha que fazer nesse plano, a algo reservado para mim e mesmo morta terei que realizar.
- Isso pode envolver nosso caso, a sua pendencia?
- Sim. - falou cruzando os braços - Eu tenho algo a fazer e isso com toda certeza envolve a você.
- O que você quer dizer?
- Nossos destinos estão celados Steve.
- Mas você esta morta.
- E você pode me ver.
- Steve você quer que eu saia daqui? - perguntou Rurly.
- Por favor.
Rurly se retirou rapidamente e me deixou sozinho com Diana.
- O que você está falando. - pergunto.
- Eu não sei o que esta acontecendo mas eu estou apaixonada por você, e tudo o que aconteceu teve que acontecer, algo vai acontecer e você tera que fazer uma ESCOLHA.

PACTO parte.18

Eu estava espantado demais para falar alguma coisa, a unica coisa que senti foi os labios frios de Diana tocando os meu no mesmo momento que foi puxada para trás por uma força invisível, quando a olhei ela estava novamente sumindo seus olhos expressavam medo. Depois que tudo aconteceu eu voltei para o carro e Rurly estava lá dentro me esperando.
- Você estava falando com a fantasma?
- Sim.
- O que ela disse?
- Que em algum momento eu teria que fazer uma escolha.
- Você pode imaginar o que seja?
- Não.

No silêncio que entramos não saímos até chegar ao centro, estava com sangue no chão e tudo estava muito bagunçado, ajeitamos tudo para depois tocarmos novamente no assunto.
- Você acha que essa escolha pode envolver sua vida?
Pela primeira vez eu pensei na minha vida como uma taxa a pagar, não tinha pensado na escolha como um meio de acabar morrendo.
- Eu não sei Rurly, nós temos que nos preocupar com os vampiros agora e não com uma escolha que terei que fazer.
- Sim, nós temos que pensar neles, o que vamos fazer?
- Estou pensando emuma invasão de dia no clã, eles estarão fracos e atacamos.
- Temos que pensar melhor nisso.
- Eu sei, temos que planejar tudo perfeitamente bem.
- Não podemos perder tempo eles ja devem saber o que esta acontecendo Steve, devem estar se preparando, você não viu o que a Tifanny falou?
- Ouvi, se eles estão se preparando vamos nos preparar também.
- Temos que VENCER Steve.

PACTO parte.19

Eu e Rurly nos encontravamos no Centro, estavamos armando como iriamos invadir o clã sem que fossemos pegos na primeira tentativa, teriamos que atravessar o rio de sangue para entrar na mansão, tudo que teriamos que fazer era procurar o caixão do chefe, o que controlava todos aqueles vampiros.Nós sabiamos que iriamos morrer mas não custava nada tentar, tinhamos que honrar o pacto até o final de nossas vidas.
- Então sera assim, invadiremos no amanhecer e tentaremos chegar no chefe se conseguirmos tudo estara bemde novo e se não morreremos.
- Isso nós teremos que ir para o castelo o mais rapido possivel. - Falei.
- Ok, vamos arrumar as coisas que vamos precisar e nos mandar.
- Sim.
- Steve?
- Fala.
- A Diana apareceu novamente?
- Não.
- Você acha que poderiamos ter alguma ajuda do mundo espiritual?
- Não sei, geralmente eles não se metem em assuntos terrestres.
- Então estamos sós?
- Sim.
- Ok, vamos parar de perder tempo e ajeitar logo as coisas. - Falei pegando uma mochilae botando armas que poderiam ser ulteis.
TOC TOC TOC
- Quem será?
- Não sei, niguém fora o John, sabe onde é o centro. - falei rapidamente.
- Não, não pode ser.
- O que?
- Ele esta aqui, só ele sabia onde era, e com toda a certeza sabe o que estamos planejando. - explicou Rurly.
Corri em direção a porta e a abri, quando olhei para o lado de fora John estava encostado do lado da porta com um sorrisso nos lábios.
-Olá STEVE.

PACTO parte.20

John entrou tão rapido no centro que foi dificil impedi-lo.
- Eu não quero brigar nem matar nenhum de vocês - falou onlhando para mim e Rurly.
- Então o que você quer?
- Prevenir vocês da morte.
- Impossivel. - afirmei - é por sua causa que entramos nessa e queremos te salvar.
- Vocês não entendem que não tem chance contra um exercito de vampiros,com centenas deles?
- Nós vamos honrar o Pacto, John, se você não esta nem ai, não queremos saber. - Rurly elevou o tom de voz.
- Eu quero vocês vivos!
- Por que não pensou nisso quando nos botou nessa? - falei gritando.
- Eu não botai vocês nessa,vocês que entraram.
- Nós queriamos te poteger!
- Não vocês não sabem o que aconteceu para eu me juntar a eles.
- E o que foi? - perguntei alterado.
- Vida eterna eles me deram a vida eterna, tudo o que eu sempre quis!
- Você é louco, você virou um deles?
- Sim virei, e hoje estou melhor que vocês! - Gritou - só quero que vocês não se metam!
- Temos que no meter,o pacto foi feito e tudo que nos resta é salvar as nossas vidas destruindo você e seus novos amigo - Rurly falou se levantando.
- Fodam-se!!
- Saia daqui John! - Gritei.
Ele saiu correndo o mais rapido que pode e não o vi mais, ele se foi e onde nós iriamos nos encontrar eu não sabia, sabia apenas que poderiamos MORRER.
 

PACTO parte.21

Saímos da cabana e fomos em direção ao rio de sangue, era por onde entraríamos no castelo dos vampiros, nós estávamos sós, não havia ajuda ou ser sobrenatural que quisesse nos ajudar, nos iríamos morrer e essa era nossa única certeza. Levávamos nossas armas em todos os lugares possíveis, estávamos com todo o armamento para matar vampiros, tudo que possivelmente os deixariam fracos e aqueles que os fariam sumir.
Chegamos a uma floresta fechada e silenciosa, onde os galhos das arvores eram finos e muitos, havia apenas uma fina estrada que se alongava, para onde, não sabíamos. Caminhamos com passos rápidos, queríamos pegar os vampiros num momento de fraqueza, que seria ao dia, nossos passos quebravam galhos e amassavam folhas secas, paramos, olhei de relance para Rurly, ele estava paralisado, assim como eu ele viu uma forma se aproximando, parecia uma mulher, mas estava realmente acabada, demos passos para trás, não tirando o olho daquela mulher que se aproximava quase se arrastando.
- O que será aquilo Rurly? – perguntei assustado.
- Eu não sei cara, e eu realmente estou com medo.
- O que a gente faz? – perguntei.
- Vamos esperar ela se aproximar, é o melhor que fazemos.
- Isso pode ser inteligente.
Em um relance a mulher já estava em nossa frente, e quando ela levantou a cabeça nos ASSUSTAMOS.

PACTO parte.22


A garota estava com uma aparência repugnante, estava suja e de seus olhos brotavam lagrimas de sangue, aquilo me deus ânsias de vomito, mas eu me segurei, eu não podia fraquejar, olhei para Rurly, a garota se jogou em meus braços e gritou:
- SAIAM DAQUI! FUGAM, NUNCA VOLTEM! ELES OS MATARAM!
- Se acalme de quem você esta falando? – perguntei.
- OS VAMPIROS! ELES DOMINARAM TUDO!
- Quem é você? – Rurly perguntou.
- Uma deles! – ela fechou os olhos, as lagrimas duplicaram, o sangue descia dos seus olhos, os cabelos verdes começaram a cair, seu corpo estava ficando magro, a carne sumindo, a pele ficando branca, seus olhos de abriram, e secaram, ela abriu a boca para falar algo, mas no mesmo momento seu corpo explodiu, não fazendo nada a não ser uma pequena montanha de pele, ela entrou numa combustão, e aquilo me assustou.
Olhei para Rurly ele estava espantado, seus olhos saíram da montanha de pó e me olharam.
- O que faremos? – me perguntou com a voz tremula;
- Sairemos daqui. – arrastei Rurly ela estrada.
Não queria mais olhar para o local da cena, aquilo me assustou, aquilo me espantou.

CONTINUA...

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